“Médico, cura-te a ti mesmo” (Lucas, 4; 23)”


A cura através das picadas

Posted in Uncategorized por theoliveirashow em agosto 20, 2009

Curar através das picadas de abelhas


A apiterapia é a modalidade de Medicina Alternativa ou Ciência que utiliza os produtos da abelha no tratamento de vários tipos de doenças. No mundo são muitos os países que fazem uso desta modalidade de medicina, inclusive sendo comum clínicas especializadas, com profissionais de várias especialidades da área de saúde humana.

A artrite é uma doença das juntas que causa dor intensa, restringe o movimento e até deforma o paciente. Não tem cura, sendo usualmente controlada por meio de drogas esteróides (cortisona, prednisona e dexametasona…), que são fortemente irritantes do sistema gástrico. Além disso, seu uso prolongado está relacionado a sérias complicações nas glândulas adrenal e pituitária, podendo ainda causar edema, queda da resposta imunológica, crescimento excessivo dos cabelos, irregularidades cardíacas e impotência.

O veneno de abelhas é um líquido transparente, com um odor de mel acentuado e sabor amargo, acre; a sua densidade é de 1,1313. Uma gota colocada sobre papel de tornassol azul torna-o imediatamente vermelho indicando assim uma reação ácida. A análise química mostrou que o veneno de abelha continha ácido fórmico, ácido clorídrico, ácido ortofosfórico, histamina, colina, triptófano, enxofre, etc. Supõe-se que deve as suas propriedades médicas essencialmente ao fosfato de magnésio Mg3 (PO)4)² cuja taxa representa 0,4% do peso do veneno seco. Nas suas cinzas notaram-se indícios de cobre e de cálcio. É, além disso, muito rico em substâncias azotadas, em gorduras voláteis, que desaparecem no decurso da sua dessecação, e contém muitas diástases: fosfolipase, hialuronidase, etc. Segundo certos autores, é precisamente a presença destas gorduras voláteis que seria a causa da sensação de dor aguda provocada no local da picada. A sua composição química ainda não foi estudada completamente e não se conseguiu igualmente fazer a sua síntese.

Também conhecido por apitoxina, o veneno das abelhas é produzido por uma glândula de secreção ácida e outra de secreção alcalina incluídas no interior do abdómen da abelha obreira. Tem uma cor transparente, de sabor agudo e amargo, e com odor aromático forte. É solúvel em água e ácidos e à semelhança do veneno de cobra também não faz efeito se tomado via oral. Com o ferrão, a abelha, pica e injecta o veneno no “inimigo”. Uma forma que a abelha tem de defender-se. Aliás, ela só pica se for directamente atacada, porque quando a abelha pica, o seu ferrão (que tem uma configuração igual a uma farpa) fica preso na vítima. Passada uma hora a abelha morre.

A abelha não sobrevive, depois de picar porque para além do ferrão perde uma parte do intestino. O seu valor terapêutico deve-se principalmente às suas propriedades hemorrágicas e neurológicas. É por isso que, durante o tratamento de doenças não se formam anti-corpos contra o veneno de abelha e por isso o nosso organismo não cria habituação ao mesmo, sendo assim as picadas de abelha cada vez mais eficazes.

Também quando injectado directamente, ou através de picadas, nas juntas do corpo, é um remédio efectivo no combate ao reumatismo. Aliás, o “poder curativo” do veneno foi descoberto pelo médico austríaco Philip Terc, no século XIX. Um dia, estando sentado num banco do seu jardim, o médico foi atacado por um enxame. Depois desse incidente reparou que as fortes dores nas articulações começaram a desaparecer e os seus membros adquiriram uma nova mobilidade.
A partir desse incidente começou a investigar a causa da sua cura e durante 10 anos fez experiências. Ricularizado pela comunidade médica da altura, em 1878 e 1889 apresentou, na Universidade Imperial de Viena, as suas conclusões sobre milhares de pacientes tratados com êxito, mas deparou-se com um auditório intransigente de tal modo que ele acabou por abandonar a cidade de Viena com medo que acabasse num manicómio.

O Própolis – são propriedades antioxidantes que protegem o corpo dos radicais livres. A própolis é obtida pelas abelhas a partir de resinas retiradas principalmente de secreções de árvores, quando destas se quebra algum galho. Dessa forma a árvore se proteje com um produto natural com poder antibactericida e a abelha reprocessa essa seiva originando a própolis. Esta é utilizada pelas abelhas para dois usos principais: vedar a colmeia de maneira a não entrar água, vento ou outro animal e serve tambem para mumificar outros insectos que penetrem na colmeia. A própolis é bastante útil ao ser humano que a usa como auxiliar medicamentoso uma vez que possui poder antibactericida.

Fonte:

http://fitomedicina-fitomedicina.blogspot.com/2008/01/artrite-e-apitoxina.html

e outros sites

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